quarta-feira, 19 de agosto de 2009
PSICOLOGIA DA MOTIVAÇÃO - Literacia Emocional

Goleman, D. (1996). Inteligência Emocional. Lisboa: Temas e Debates
Actualmente, torna-se primordial a necessidade de ensinar as crianças a lidar com as emoções. Os educadores começam a deduzir que persiste uma iliteracia emocional advinda dos fracassos ao nível dos resultados da leitura e da matemática. Como consequência deste panorama, surgem nos EUA, elevadas taxas de suicídio entre adolescentes, gravidezes indesejadas na tenra idade, a taxa de criminalidade dispara em flecha sendo muitas vezes os adolescentes as vítimas, não deixando de parte o consumo de droga por parte das mesmas. Paralelamente à criminalidade, surgem nas raparigas inúmeras doenças mentais que chegam a provocar invalidez, tais como – a depressão, as desordens alimentares.
Como impedimento do natural desenvolvimento das crianças, surgem os problemas sociais, que criam ansiedade e depressão ao seu redor, a tal ponto que a atenção e concentração tornam-se inexistentes tendo como único reflexo o aparecimento de crianças delinquentes e agressivas.
A herança vitalícia de agressividade infantil pressupõe a pré-existência de pais detentores de um comportamento dúbio onde a aplicação de castigos severos e caprichosos é pertinente, tornando a criança paranóica ou combativa. Perante tal enquadramento, denota-se que as crianças invulgarmente agressivas agem com base em suposições de hostilidade ou ameaça. Estas crianças são emocionalmente vulneráveis na medida em que têm um baixo limiar de exaltação, irritando-se facilmente, recorrendo sempre à agressão física. Podem coexistir vários factores que desviavam as crianças para caminhos perigosos, tais como: o facto de ter nascido numa zona de alta criminalidade, ser oriunda de uma família sujeita a elevados níveis de tensão, ou viver num ambiente de pobreza.
Os delinquentes juvenis e os estudantes agressivos têm um tipo de mentalidade em comum: adoptam sempre soluções violentas. Muitas destas crianças agressivas sentem-se infelizes por não controlarem as suas emoções, e por esse motivo tentam seguir um modelo de auto-controlo que se pode basear na administração de respostas não automáticas, ensaiando, desta forma, respostas amigáveis que lhes preservam a dignidade e lhes dão uma alternativa à agressividade.
A depressão é uma doença comum entre as adolescentes existindo programas experimentais que permitem um adequado tratamento do problema, tais como aprender a lidar melhor com as suas relações: como fazer amigos, como sentir-se mais à vontade junto de outros adolescentes, como definir os limites da proximidade sexual, como ser íntima, como expressar os sentimentos. Os deprimidos parecem sempre incapazes de classificar correctamente os seus sentimentos, mostrando por isso, uma irritabilidade melancólica, impaciência, mau-humor e ira, especialmente dirigidos aos pais. Por vezes, a depressão surge de uma fatalidade genética, mas não é absurdo referir que a mesma possa coexistir pela simples adopção de hábitos de pensamento pessimistas que predispõem a criança a reagir às pequenas derrotas da vida, ficando deprimida. O maior custo da modernidade impera na ocorrência de elevadas taxas de depressão, e desta panorâmica insurge a chamada Era da Melancolia e da Ansiedade.
A necessidade de prevenção incide sobre crianças que vivem com uma tristeza advinda de um desalento que as deixa desesperadas, irritáveis, retraídas, coadunando com processos de melancolia. A tristeza sentida pelas mesmas, leva-as a evitar iniciar contactos sociais, interagindo com pressupostos de rejeição. As crianças deprimidas obtêm em larga escala maus resultados nos estudos, já que a depressão interfere com a memória e a concentração, tornando mais difícil prestar atenção nas aulas e reter o que é ensinado. O pessimismo invólucro nas derrotas da vida parecem alimentar a sensação de desespero e impotência que está no fundo da depressão infantil.
Paralelamente às depressões, surgem as desordens alimentares que se congratulam inúmeras vezes, na chamada anorexia nervosa e bulimia, onde a maior causa subjacente se reduz a uma incapacidade de identificar e responder adequadamente às necessidades corporais, tais como a fome. As desordens alimentares imperam na incapacidade de distinguir os sentimentos perturbadores e de controlá-los. Estas desordens alimentares nascem de uma sociedade que considera uma magreza não natural como um sinal de beleza feminina. O tratamento efectivo destas jovens tem forçosamente de incluir alguma instrução na área das competências emocionais, de tal forma que, necessitam de aprender a identificar os seus sentimentos e aprender maneiras de se acalmarem a si mesmas ou de gerir melhor as suas relações, sem recorrerem para isso a hábitos alimentares prejudiciais.
Existem dois tipos de tendências emocionais que levam uma criança a ser marginalizada e rejeitada: um é a propensão para explosões de fúria, vendo, por vezes, hostilidade onde ela não existe e o segundo é ser tímido, ansioso e socialmente retraído. A rejeição e a consequente solidão são vistas como percursoras da doença e da morte prematura.
Actualmente, os adolescentes recorrem ao álcool como fuga aos seus problemas sociais e emocionais mas, daqui advêm, muitas vezes, situações muito mais graves tais como, violações e acidentes causadores de morte prematura. Os adolescentes usam estas substâncias como uma espécie de medicação, a tal ponto que assumem o papel de acalmar os sentimentos de ansiedade, ira ou depressão. Assim, há duas vias emocionais para o alcoolismo: uma incide sobre o facto de uma criança ser tensa e ansiosa e a outra decorre de um alto nível de agitação, impulsividade e tédio. Por conseguinte, estas crianças são potencialmente nervosas, hiperactivas, com uma tendência atroz para procurar amigos em ambientes marginais, formando uma “personalidade anti-social”.
Ultimamente, têm sido sucessivamente declaradas “guerras” à gravidez juvenil, ao insucesso escolar, às drogas e à violência. Para fazer face a esta problemática, instauram-se competências emocionais-chave que se redimem a uma sociabilidade que atrai as pessoas, onde vigora a auto-confiança, um optimismo persistente face às derrotas e às frustrações, a habilidade de recuperar rapidamente das desgraças, e uma natureza serena.
Conclui-se que existem uma série de competências emocionais que devem ser preservadas, tais como: a autoconsciência – identificar, expressar e gerir os sentimentos; controlar o impulso e adiar a recompensa, e lidar com o stresse e ansiedade. Uma capacidade essencial no que respeita ao controlo de impulsos é saber a diferença entre sentimentos e acções e aprender a tomar melhores decisões emocionais, controlando primeiro o impulso para agir, identificando em seguida as acções alternativas e as respectivas consequências antes de finalmente passar à acção.
Como solução eficaz do desencadeamento destes problemas temos a implementação do currículo da “Ciência do Eu”, que se redime a um programa que visa ensinar o afecto em vez de usar o afecto para ensinar sendo a sua aplicação excepcionalmente usada nas escolas privadas. O objectivo da “Ciência do Eu” coincide com o facto de as crianças poderem desenvolver uma eficaz inteligência emocional, a tal ponto que lhes proporcione o triunfo em todas as tarefas da vida, colidindo em grande parte com a ascensão de um futuro promissor. Este programa é primordial na feroz necessidade de diminuir a criminalidade juvenil e o consumo permanente de drogas e álcool, assim como, na redução eficaz das desordens alimentares (bulimia, anorexia) na juventude da actualidade.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
terça-feira, 18 de agosto de 2009
PTT - Formas de Consumo da População Juvenil
No processo de desenvolvimento psicológico, social e educativo dos jovens insurge uma relação fidedigna de identificação com as drogas. Deste modo, as formas actuais de consumo que os jovens demonstram no seu dia-a-dia interpelam com vários factores de risco como sejam a curiosidade em experimentar, a pressão dos seus grupos de pares, a busca de prazer, o controlo familiar inconsistente e a disponibilidade das drogas.
A curiosidade por experimentar revela ser uma característica natural e desejável da adolescência, sendo que a mesma surge com uma necessidade de ser educada de forma a converter-se numa fonte de maturação, impedindo que a mesma se torne em situações de risco.
A pressão do grupo de pares pressupõe que as amizades exercem uma pressão que facilita a adopção de determinadas formas de identidade (forma de vestir, música, etc.) mas que também pode levar ao consumo de drogas.
A busca do prazer leva-nos a pensar que o consumo de drogas está sempre vinculado ao desejo de desconectar das exigências mais entediantes da realidade, tendo por base a intenção de desfrutar o máximo do tempo de trabalho. Se durante a infância e adolescência não se aprendem outras formas de diversão, as drogas podem ocupar um lugar primordial de distracção.
O controlo familiar inconsistente revela-se quando as normas familiares são excessivamente rígidas para os filhos e adolescentes que têm difíceis formas de interiorização de padrões de comportamento claros, pelo que a sua socialização fora da família será afectada.
A disponibilidade das drogas que vigoram durante o desempenho laboral, levam a que os adolescentes denotem uma presença notável de drogas, sendo que o início do consumo se torna favorável por esta mesma disponibilidade de drogas ilícitas estar patente no mercado clandestino.
Visto que, o adolescente está em constante transformação fisiológica e psicológica insurge uma procura de novos papéis assim como uma procura incessante de novos caminhos que resolvam os seus problemas de identidade. Pressupõe-se que esta busca de novos parâmetros existenciais influencie absurdamente o consumo e abuso excessivo de drogas ilícitas e não só.
Durante a fase da adolescência, a personalidade pode sofrer várias alterações quer a nível cognitivo quer a nível comportamental e sob esta tensão e renovação interior surge uma busca incessante pelo prazer assim como uma curiosidade atroz em correr e novos e variados riscos.
Não podemos deixar de relativizar que os adolescentes pretendem fugir ao controlo familiar e que por isso mesmo tentam encontrar um suporte emocional nos novos pares que podem muitas vezes adoptar comportamentos de risco. Estes comportamentos de risco são vistos pelos jovens como uma fuga à realidade no que se repercute ao abuso de drogas, e sem a adopção deste mesmo tipo de comportamentos não se verifica a aceitação pacífica por parte dos restantes membros do grupo.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
A curiosidade por experimentar revela ser uma característica natural e desejável da adolescência, sendo que a mesma surge com uma necessidade de ser educada de forma a converter-se numa fonte de maturação, impedindo que a mesma se torne em situações de risco.
A pressão do grupo de pares pressupõe que as amizades exercem uma pressão que facilita a adopção de determinadas formas de identidade (forma de vestir, música, etc.) mas que também pode levar ao consumo de drogas.
A busca do prazer leva-nos a pensar que o consumo de drogas está sempre vinculado ao desejo de desconectar das exigências mais entediantes da realidade, tendo por base a intenção de desfrutar o máximo do tempo de trabalho. Se durante a infância e adolescência não se aprendem outras formas de diversão, as drogas podem ocupar um lugar primordial de distracção.
O controlo familiar inconsistente revela-se quando as normas familiares são excessivamente rígidas para os filhos e adolescentes que têm difíceis formas de interiorização de padrões de comportamento claros, pelo que a sua socialização fora da família será afectada.
A disponibilidade das drogas que vigoram durante o desempenho laboral, levam a que os adolescentes denotem uma presença notável de drogas, sendo que o início do consumo se torna favorável por esta mesma disponibilidade de drogas ilícitas estar patente no mercado clandestino.
Visto que, o adolescente está em constante transformação fisiológica e psicológica insurge uma procura de novos papéis assim como uma procura incessante de novos caminhos que resolvam os seus problemas de identidade. Pressupõe-se que esta busca de novos parâmetros existenciais influencie absurdamente o consumo e abuso excessivo de drogas ilícitas e não só.
Durante a fase da adolescência, a personalidade pode sofrer várias alterações quer a nível cognitivo quer a nível comportamental e sob esta tensão e renovação interior surge uma busca incessante pelo prazer assim como uma curiosidade atroz em correr e novos e variados riscos.
Não podemos deixar de relativizar que os adolescentes pretendem fugir ao controlo familiar e que por isso mesmo tentam encontrar um suporte emocional nos novos pares que podem muitas vezes adoptar comportamentos de risco. Estes comportamentos de risco são vistos pelos jovens como uma fuga à realidade no que se repercute ao abuso de drogas, e sem a adopção deste mesmo tipo de comportamentos não se verifica a aceitação pacífica por parte dos restantes membros do grupo.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
PTT - Objectivos da Intervenção na área da Dependência das Drogas
Os principais objectivos da intervenção na área da dependência das drogas coadunam-se com o reforço da cooperação internacional entre as várias polícias com o intuito de combater o branqueamento de capitais. Para além disto, a promoção de um plano de acção sobre a Cooperação Internacional incita numa irradicação de culturas ilícitas (papoila do Ópio, arbusto de Coca e Cannabis) com o intuito de promover o desenvolvimento de culturas alternativas. Pode-se, em última instância, incitar que o controlo de precursores, admitem o evitamento do desvio de certos produtos químicos, necessários à produção ílicita de drogas.
Pressupõe-se que o problema da droga é cada vez mais contextualizado a um nível social vasto, onde os objectivos comuns abrangem a prevenção do consumo de droga, tendo como base a redução de danos provocados por este consumo de toxicodependentes que assumem um perfil “excêntrico, desequilibrado ou marginal”.
O combate à toxicodependência é uma questão de interesse comum, no sentido da redução de danos para a saúde, causados pela droga, dando mais ênfase à redução da procura, que à redução da oferta, ou seja admite-se a proeminência da chamada Prevenção Primária.
As intervenções neste âmbito tornaram-se mais rigorosas assentando em dados científicos, objectivos precisos, com metas de desempenho mensuráveis e avaliadas. Assim, surge um outro objectivo da intervenção na área da dependência das drogas, a chamada despenalização dos consumos. Neste ponto, a despenalização dos consumos, tornou-se mais consensual entre os estados membros que envolvem o Observatório Europeu de Droga e da Toxicodependência, fundamentado no princípio Humanista, que o Toxicodependente é um doente, que precisa de tratamento e não de prisão.
Noutra perspectiva, os objectivos da intervenção na área da dependência de drogas enfocam a redução da incidência de danos para a Saúde provocadas pelo consumo de Drogas, no que concerne ao HIV, hepatites, tuberculoses etc., assim como o número de mortes. Pressupõe-se também o aumento substancial do número de Toxicodependentes tratados com êxito.
Por último, e indo de encontro ao que já foi referido anteriormente, induz-se uma redução de forma acentudada a disponibilidade de drogas ilícitas, ou seja, o reforço do combate à oferta torna-se evidentes, sendo que as Forças de Segurança são dotadas de mais e melhores meios, tornando as sua intervenções mais eficazes.
Como objectivo primordial da intervenção primária, encorpora-se a redução atroz da criminalidade conexa à droga, assim como a redução de forma substancial o branqueamento de capitais e tráfico ilegal de precursores.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
Pressupõe-se que o problema da droga é cada vez mais contextualizado a um nível social vasto, onde os objectivos comuns abrangem a prevenção do consumo de droga, tendo como base a redução de danos provocados por este consumo de toxicodependentes que assumem um perfil “excêntrico, desequilibrado ou marginal”.
O combate à toxicodependência é uma questão de interesse comum, no sentido da redução de danos para a saúde, causados pela droga, dando mais ênfase à redução da procura, que à redução da oferta, ou seja admite-se a proeminência da chamada Prevenção Primária.
As intervenções neste âmbito tornaram-se mais rigorosas assentando em dados científicos, objectivos precisos, com metas de desempenho mensuráveis e avaliadas. Assim, surge um outro objectivo da intervenção na área da dependência das drogas, a chamada despenalização dos consumos. Neste ponto, a despenalização dos consumos, tornou-se mais consensual entre os estados membros que envolvem o Observatório Europeu de Droga e da Toxicodependência, fundamentado no princípio Humanista, que o Toxicodependente é um doente, que precisa de tratamento e não de prisão.
Noutra perspectiva, os objectivos da intervenção na área da dependência de drogas enfocam a redução da incidência de danos para a Saúde provocadas pelo consumo de Drogas, no que concerne ao HIV, hepatites, tuberculoses etc., assim como o número de mortes. Pressupõe-se também o aumento substancial do número de Toxicodependentes tratados com êxito.
Por último, e indo de encontro ao que já foi referido anteriormente, induz-se uma redução de forma acentudada a disponibilidade de drogas ilícitas, ou seja, o reforço do combate à oferta torna-se evidentes, sendo que as Forças de Segurança são dotadas de mais e melhores meios, tornando as sua intervenções mais eficazes.
Como objectivo primordial da intervenção primária, encorpora-se a redução atroz da criminalidade conexa à droga, assim como a redução de forma substancial o branqueamento de capitais e tráfico ilegal de precursores.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
PTT - “Intervenção junto de Consumidores com problemas: que posso eu fazer?”
Segundo o meu ponto de vista podemos intervir junto dos consumidores de forma activa, procurando estar com o indivíduo, interessando-o por outras actividades, ajudando-o a descobrir os seus próprios gostos e capacidades, integrando-o num outro grupo de amigos. Por outro lado, também será primordial a existência de uma relação compreensiva e estimulante com o consumidor, ajudando-o a procurar apoio num centro de tratamento de toxicodependentes. Em relação aos pais, impõe-se o dever de ajudar os seus filhos, já que estes representam o melhor apoio que os jovens podem ter contra o consumo de drogas. Em certa medida, os pais podem ajudar os filhos a criar resistências através da educação que muitas das vezes se reflecte no amor e consagra-se pelo apoio dado ao nível da orientação emocional e sócio-profissional. Digamos que, um ambiente de estabilidade e comunicação nas relações entre pais e filhos ajuda-os a desenvolver os valores individuais e a autoconfiança que lhes permite resistir às solicitações e tentações exteriores. No entanto, não podemos deixar de relativizar a pressão dos amigos e colegas que por si só pode ter uma forte influência sobre o adolescente.
Tal como os amigos, os pais podem dar informações úteis sobre a droga mas, para o fazer têm que estar informados, o que não quer dizer que tenham que ser especialistas, mas sim ter os conhecimentos suficientes para poder conversar com os consumidores. Infelizmente, muitos pais só começam a conversar sobre estes problemas quando os filhos já estão inserido no "mundo das drogas", e nesta altura, já pode ser tarde. Os pais e os amigos devem falar sobre o flagelo da droga antes que o problema surja. Durante a instrução primária é provável que as crianças já saibam alguma coisa sobre a droga mas, é possível que o que estas sabem não esteja certo ou pior do que isso, que não se apercebam dos perigos da droga. Por isso mesmo, é primordial que os pais estejam preparados para informar, conversar com os seus filhos logo desde muito pequenos.
Em relação aos consumidores, poderei tentar informá-los dos perigos das drogas, dizendo-lhes que as drogas os impedem de ter uma vida saudável, que quando se começa é difícil voltar atrás e que as drogas conduzem a uma vida rotineira e desinteressante. Para além disso, poderei também demonstrar que o consumo de drogas me preocupa, visto que, as consequências físicas, mentais e sociais que as mesmas provocam são muitas vezes irreversíveis. Seria pertinente informar o consumidor que não há drogas boas e todas têm malefícios implícitos para a saúde, e para além disso as mesmas não são solução para os seus problemas interiores. Também será relutante fazer-lhes ver que todas as drogas criam dependência e é difícil parar.
De qualquer modo, não será de todo favorável para a recuperação do consumidor, falar apenas sobre a droga, pois o mais relutante será interessá-los sobre outros aspectos da vida, motivando-os para outras actividades. Conduzir o consumidor para uma consulta especializada onde lhe podem dar informações coerentes acerca do flagelo da droga será importante.
Hoje em dia, identificamos um número amplo de factores que diminuem a probabilidade de um adolescente consumir drogas. Alguns destes factores têm conotação com as trocas culturais e legislativas da nossa sociedade (eliminar a publicidade de bebidas alcoólicas e tabaco, aumentar a pressão, cumprir rigorosamente as leis que proíbem a sua venda a menores, generalizar a prevenção na escola, etc.).
Outros factores de protecção relacionam-se com características do próprio sujeito, que ao longo da sua vida têm de tomar a decisão de consumir ou não drogas. Alguns desses factores consagram-se com: canalizar positivamente a curiosidade dos adolescentes para actividades construtivas; compartilhar com adolescentes uma informação adequada e verdadeira sobre as drogas e os riscos associados ao seu consumo, a fim de favorecer uma tomada de decisão livre antes da previsível oferta de drogas que mais cedo ou mais tarde serão alvo de abordagem.
Para além destes dois factores, será inoperante referenciar que a educação das crianças e dos adolescentes com valores e atitudes de apreço, com respeito e responsabilidade para com a própria saúde e com a da comunidade é vista como uma das formas de intervir sobre o consumo generalizado de drogas; não esquecendo que estimular a auto-estima das crianças e dos adolescentes, torna-se num objectivo de redução do risco de interesse pelas drogas com a funcionalidade de melhorar o amor-próprio que se vigora como frágil.
Outro dos factores de protecção e intervenção junto dos consumidores evidencia-se no desenvolvimento de habilidades sociais que os ajudam a comportar-se com uma aceitável autonomia em relação aos seus amigos, a neutralizar positivamente às pressões dos seus companheiros que consomem drogas e, neste caso podem interrelacionar-se com o meio social em que se inserem; não esquecendo a promoção de uma vivência rica e diversa do tempo livre de forma a ajudar o adolescente a encontrar satisfações que não coloquem em perigo o seu desenvolvimento, ajudando-o a construir modos positivos de desfrutar o tédio a partir do lugar onde vive.
Por fim, evidencia-se que outra das formas de combate à droga se coaduna com o favorecimento de um exercício razoável da autoridade paterna que permite às crianças e adolescentes interiorizar normas aceitáveis de convivência, e ajuda a tomar decisões responsáveis aquando actuam movidos pela curiosidade e pelo prazer. Torna-se, então, primordial reduzir a presença das drogas em todos os lugares por onde se mobilizam os adolescentes.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
Tal como os amigos, os pais podem dar informações úteis sobre a droga mas, para o fazer têm que estar informados, o que não quer dizer que tenham que ser especialistas, mas sim ter os conhecimentos suficientes para poder conversar com os consumidores. Infelizmente, muitos pais só começam a conversar sobre estes problemas quando os filhos já estão inserido no "mundo das drogas", e nesta altura, já pode ser tarde. Os pais e os amigos devem falar sobre o flagelo da droga antes que o problema surja. Durante a instrução primária é provável que as crianças já saibam alguma coisa sobre a droga mas, é possível que o que estas sabem não esteja certo ou pior do que isso, que não se apercebam dos perigos da droga. Por isso mesmo, é primordial que os pais estejam preparados para informar, conversar com os seus filhos logo desde muito pequenos.
Em relação aos consumidores, poderei tentar informá-los dos perigos das drogas, dizendo-lhes que as drogas os impedem de ter uma vida saudável, que quando se começa é difícil voltar atrás e que as drogas conduzem a uma vida rotineira e desinteressante. Para além disso, poderei também demonstrar que o consumo de drogas me preocupa, visto que, as consequências físicas, mentais e sociais que as mesmas provocam são muitas vezes irreversíveis. Seria pertinente informar o consumidor que não há drogas boas e todas têm malefícios implícitos para a saúde, e para além disso as mesmas não são solução para os seus problemas interiores. Também será relutante fazer-lhes ver que todas as drogas criam dependência e é difícil parar.
De qualquer modo, não será de todo favorável para a recuperação do consumidor, falar apenas sobre a droga, pois o mais relutante será interessá-los sobre outros aspectos da vida, motivando-os para outras actividades. Conduzir o consumidor para uma consulta especializada onde lhe podem dar informações coerentes acerca do flagelo da droga será importante.
Hoje em dia, identificamos um número amplo de factores que diminuem a probabilidade de um adolescente consumir drogas. Alguns destes factores têm conotação com as trocas culturais e legislativas da nossa sociedade (eliminar a publicidade de bebidas alcoólicas e tabaco, aumentar a pressão, cumprir rigorosamente as leis que proíbem a sua venda a menores, generalizar a prevenção na escola, etc.).
Outros factores de protecção relacionam-se com características do próprio sujeito, que ao longo da sua vida têm de tomar a decisão de consumir ou não drogas. Alguns desses factores consagram-se com: canalizar positivamente a curiosidade dos adolescentes para actividades construtivas; compartilhar com adolescentes uma informação adequada e verdadeira sobre as drogas e os riscos associados ao seu consumo, a fim de favorecer uma tomada de decisão livre antes da previsível oferta de drogas que mais cedo ou mais tarde serão alvo de abordagem.
Para além destes dois factores, será inoperante referenciar que a educação das crianças e dos adolescentes com valores e atitudes de apreço, com respeito e responsabilidade para com a própria saúde e com a da comunidade é vista como uma das formas de intervir sobre o consumo generalizado de drogas; não esquecendo que estimular a auto-estima das crianças e dos adolescentes, torna-se num objectivo de redução do risco de interesse pelas drogas com a funcionalidade de melhorar o amor-próprio que se vigora como frágil.
Outro dos factores de protecção e intervenção junto dos consumidores evidencia-se no desenvolvimento de habilidades sociais que os ajudam a comportar-se com uma aceitável autonomia em relação aos seus amigos, a neutralizar positivamente às pressões dos seus companheiros que consomem drogas e, neste caso podem interrelacionar-se com o meio social em que se inserem; não esquecendo a promoção de uma vivência rica e diversa do tempo livre de forma a ajudar o adolescente a encontrar satisfações que não coloquem em perigo o seu desenvolvimento, ajudando-o a construir modos positivos de desfrutar o tédio a partir do lugar onde vive.
Por fim, evidencia-se que outra das formas de combate à droga se coaduna com o favorecimento de um exercício razoável da autoridade paterna que permite às crianças e adolescentes interiorizar normas aceitáveis de convivência, e ajuda a tomar decisões responsáveis aquando actuam movidos pela curiosidade e pelo prazer. Torna-se, então, primordial reduzir a presença das drogas em todos os lugares por onde se mobilizam os adolescentes.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
PTT - Conformidade e mudança
Conformidade é uma forma de influência social que caracteriza o comportamento de um indivíduo, a tal ponto que, o mesmo passa a ser determinado pela norma e pela pressão de um grupo ou de uma autoridade. A conformidade permite estabelecer opiniões de concordância entre os indivíduos, incluindo também os membros do próprio grupo ou da autoridade. No entanto, este tipo de conformidade pode incidir sobre um espécie de submissão exterior, instrumental ou cognitiva, mesmo que seja induzida por adesão à norma colectiva. A conformidade traduz simultaneamente o equilíbrio de uma estrutura, a uniformização das atitudes e a influência normativa do grupo. A conformidade de um sujeito no seio de um grupo depende da atracção exercida e do lugar que lhe é atribuído; o medo de rejeição sobrepõe-se à atracção.
Noutro plano, surge-nos a mudança que se interpela como um acto pelo qual um objecto se modifica ou é modificado numa ou em várias das suas características. Podem assim estudar-se os processos de mudança nas organizações sociais ou na estrutura da personalidade e ser levados em conta os factores que contribuem para a realização destes processos e aqueles que se opõem à mudança. Os factores de resistência à mudança constituem um objecto privilegiado de investigação na cura psicanalítica. Como o termo mudança não se reveste de um sentido técnico preciso, o seu uso exige que se determinem cuidadosamente o objecto ao qual ele se refere e os processos de transformação que a ele se aplicam.
A conformidade reduz-se a uma espécie de influência social que não deixa que cada um de nós disponha da sua criatividade para atingir determinados fins. A atitude conformista é a mais fácil de assumir porque por si só não gera disputas entre os indivíduos, a tal ponto que tudo é aceite sem o mínimo questionamento da origem dos factos. A conformidade pressupõe uma atitude de submissão face ao outro que por seu lado se torna autoritário em qualquer tipo de decisão interpelada ou não pelo grupo. A atitude conformista é aquela que não advoga nenhum tipo de discordância, apenas estando implícita a submissão, onde o chamado medo de rejeição se sobrepõe à atracção. Este tipo de atitude busca uma uniformização do grupo com respeito à influência normativa do mesmo.
Uma das consequências mais negativas da atitude conformista debate-se com o papel social de submissão, destruindo por si só a chamada liberdade de escolha, por outro lado podemos denotar uma consequência positiva na medida em que persiste uma inexistência de discussão inter e intragrupal. Interpelando a conformidade surge-nos a mudança que pressupõe obviamente uma alteração de pensamento e consequentemente de atitude face a um dado problema.
A mudança pode gerar conflitos entre os indivíduos pois, esta por si só, induz uma acomodação e uma assimilação de novos valores entre outros mediante um dado problema. A habituação à mudança é lenificada graças aos conflitos nela implícitos, no entanto a mudança pressupõe uma criatividade mais dinâmica face um dado problema. A mudança permite-nos conhecer novas perspectivas, novos valores incluindo em toda a sua plenitude uma atitude anti-conformista e indubitavelmente criativa.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
Noutro plano, surge-nos a mudança que se interpela como um acto pelo qual um objecto se modifica ou é modificado numa ou em várias das suas características. Podem assim estudar-se os processos de mudança nas organizações sociais ou na estrutura da personalidade e ser levados em conta os factores que contribuem para a realização destes processos e aqueles que se opõem à mudança. Os factores de resistência à mudança constituem um objecto privilegiado de investigação na cura psicanalítica. Como o termo mudança não se reveste de um sentido técnico preciso, o seu uso exige que se determinem cuidadosamente o objecto ao qual ele se refere e os processos de transformação que a ele se aplicam.
A conformidade reduz-se a uma espécie de influência social que não deixa que cada um de nós disponha da sua criatividade para atingir determinados fins. A atitude conformista é a mais fácil de assumir porque por si só não gera disputas entre os indivíduos, a tal ponto que tudo é aceite sem o mínimo questionamento da origem dos factos. A conformidade pressupõe uma atitude de submissão face ao outro que por seu lado se torna autoritário em qualquer tipo de decisão interpelada ou não pelo grupo. A atitude conformista é aquela que não advoga nenhum tipo de discordância, apenas estando implícita a submissão, onde o chamado medo de rejeição se sobrepõe à atracção. Este tipo de atitude busca uma uniformização do grupo com respeito à influência normativa do mesmo.
Uma das consequências mais negativas da atitude conformista debate-se com o papel social de submissão, destruindo por si só a chamada liberdade de escolha, por outro lado podemos denotar uma consequência positiva na medida em que persiste uma inexistência de discussão inter e intragrupal. Interpelando a conformidade surge-nos a mudança que pressupõe obviamente uma alteração de pensamento e consequentemente de atitude face a um dado problema.
A mudança pode gerar conflitos entre os indivíduos pois, esta por si só, induz uma acomodação e uma assimilação de novos valores entre outros mediante um dado problema. A habituação à mudança é lenificada graças aos conflitos nela implícitos, no entanto a mudança pressupõe uma criatividade mais dinâmica face um dado problema. A mudança permite-nos conhecer novas perspectivas, novos valores incluindo em toda a sua plenitude uma atitude anti-conformista e indubitavelmente criativa.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
PTT - Competência Emocional
“A competência emocional é particularmente central na liderança, uma regra cuja essência é levada a desempenhar o seu trabalho de forma mais eficaz”
Daniel Goleman
Segundo Daniel Goleman, “ a competência emocional é particularmente central na liderança, uma regra cuja essência é levada a desempenhar o seu trabalho de forma mais eficaz” e nestes parâmetros pressupõe-se então que a inteligência emocional se revela como um factor indispensável a uma liderança eficaz. Digamos que, as habilidades intelectuais podem ser cognitivas e emocionais. Aquelas que se intitulam como cognitivas induzem uma maior capacidade de análise e síntese ao nível da liderança.
As habilidades ou atitudes emocionais ajudam o líder no seu rendimento e sucesso pessoal, coadjuvando-se com o aumento da confiança em si mesmo, melhorando a sua integridade, o seu auto-controlo, a sua preserverança para conseguir os seus objectivos ao nível da liderança, não descurando o aumento da compreensão de ambas as partes envolvidas num conflito social.
A competência emocional permite melhorar as habilidades pessoais de cada indivíduo com o intuito de solucionar conflitos atitudinais, aumentando por si só a sua capacidade de comunicação. As dimensões da Inteligência Emocional coadunam-se em intrapessoais e interpessoais. As dimensões intrapessoais ajudam o líder a ter consciência emocional de si mesmo, a auto-regular-se (autocontrolo, confiança, actua segundo a sua consciência, flexibilidade e criatividade), e também a motivar-se (estabelecendo compromissos, tomando iniciativas e relegando o optimismo). As dimensões interpessoais melhoram a empatia e as habilidades sociais (influência, manipulação de conflitos, estabelecendo vínculos, dando importância à colaboração e cooperação e espírito de equipa).
A competência emocional é uma capacidade adquirida invólcrua na Inteligência Emocional que se pressupõe no desempenho laboral. De todas as competências emocionais, as que contribuem para um maior rendimento de liderança incidem sobre o auto-conhecimento, o controlo do stress, a flexibilidade, a motivação, a iniciativa, a responsabilidade, a compreensão, gestão da diversidade, influência e capacidade de liderança.
Goleman em todos os parâmetros emocionais e cognitivos considera a inteligência emocional e as suas competências como chaves para o sucesso pessoal e profissional. Sem o desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências emocionais não seria de todo possível revelar uma liderança saudável onde se pressupõe um investimento ao nível laboral, com o intuito óbvio de tornar o trabalho mais eficaz.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
Daniel Goleman
Segundo Daniel Goleman, “ a competência emocional é particularmente central na liderança, uma regra cuja essência é levada a desempenhar o seu trabalho de forma mais eficaz” e nestes parâmetros pressupõe-se então que a inteligência emocional se revela como um factor indispensável a uma liderança eficaz. Digamos que, as habilidades intelectuais podem ser cognitivas e emocionais. Aquelas que se intitulam como cognitivas induzem uma maior capacidade de análise e síntese ao nível da liderança.
As habilidades ou atitudes emocionais ajudam o líder no seu rendimento e sucesso pessoal, coadjuvando-se com o aumento da confiança em si mesmo, melhorando a sua integridade, o seu auto-controlo, a sua preserverança para conseguir os seus objectivos ao nível da liderança, não descurando o aumento da compreensão de ambas as partes envolvidas num conflito social.
A competência emocional permite melhorar as habilidades pessoais de cada indivíduo com o intuito de solucionar conflitos atitudinais, aumentando por si só a sua capacidade de comunicação. As dimensões da Inteligência Emocional coadunam-se em intrapessoais e interpessoais. As dimensões intrapessoais ajudam o líder a ter consciência emocional de si mesmo, a auto-regular-se (autocontrolo, confiança, actua segundo a sua consciência, flexibilidade e criatividade), e também a motivar-se (estabelecendo compromissos, tomando iniciativas e relegando o optimismo). As dimensões interpessoais melhoram a empatia e as habilidades sociais (influência, manipulação de conflitos, estabelecendo vínculos, dando importância à colaboração e cooperação e espírito de equipa).
A competência emocional é uma capacidade adquirida invólcrua na Inteligência Emocional que se pressupõe no desempenho laboral. De todas as competências emocionais, as que contribuem para um maior rendimento de liderança incidem sobre o auto-conhecimento, o controlo do stress, a flexibilidade, a motivação, a iniciativa, a responsabilidade, a compreensão, gestão da diversidade, influência e capacidade de liderança.
Goleman em todos os parâmetros emocionais e cognitivos considera a inteligência emocional e as suas competências como chaves para o sucesso pessoal e profissional. Sem o desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências emocionais não seria de todo possível revelar uma liderança saudável onde se pressupõe um investimento ao nível laboral, com o intuito óbvio de tornar o trabalho mais eficaz.
nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
PTT - Desenvolvimento Pessoal e Social - "Os defeitos também são qualidades"
“Os defeitos também são qualidades”, é um pensamento ambíguo pois logo à partida aquilo que pelo ser humano é considerado defeito não poderá ser na mesma linha de reflexão uma qualidade. No entanto, se nos debruçarmos sobre determinadas características que reflectem a nossa personalidade, iremos induzir um carácter implícito ao nosso ser que em complementaridade detém defeitos e qualidades equiparáveis. Para ser mais explícita, o ser humano poderá sugerir que a sua própria ambição por atingir determinado objectivo reflecte um dado qualitativo do seu carácter, pressupondo que sem a dita ambição não seria possível encontrar a plenitude desejada para alcançar determinado objectivo ou resolver um dado problema.
Paralelamente à definição da ambição como qualidade, poderemos cingir-nos à ambição como defeito, já que a mesma poderá conduzir o indivíduo a ultrapassar a liberdade e a posição socioeconómica do outro. Neste ponto de vista, a ambição pode ser levada ao extremo a tal ponto que o indivíduo não olha a meios para atingir fins. Não será despropositado referir que “o senso comum afirma a ambição como algo que cega as pessoas”.
Dependendo dos pontos de vista de cada um, o indivíduo poderá enaltecer o papel do perfeccionismo como um traço de carácter que o leva ao rigor absorto, recorrendo sempre a métodos de análise em conformidade com o possível alcance de uma imagem perfeita de si próprio perante os demais. Por outro lado, o perfeccionismo poderá levar-nos à exaustão, à exclusão social, resultando num egocentrismo atroz que se coaduna como um defeito que conduz o indivíduo ao extremo da perfeição, da excelência e da mestria, tomando por si só um estilo autoritário e agressivo. Conclui-se então, que “os defeitos também são qualidades” não descurando a ideia de que todos os nossos defeitos se podem tornar qualidades, basta pensarmos que tanto umas como outras são características da nossa personalidade.
Os defeitos podem ajudar-nos a conhecermo-nos melhor e a reconhecer os nossos erros com maior eficácia, tendo em conta que nos podemos tornar melhores pessoas em todos os âmbitos.
Reconhecer os nossos defeitos pressupõe uma qualidade patente no nosso ser, de tal forma que nos ajuda a solucionar os problemas subsequentes desses defeitos. Socialmente torna-se mais fácil reconhecer os nossos defeitos e qualidades por comparação com os outros seres humanos, e por intermédio das diferentes relações e papéis sociais possibilita-se o aperfeiçoamento das nossas qualidades e defeitos.
aluna nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
Paralelamente à definição da ambição como qualidade, poderemos cingir-nos à ambição como defeito, já que a mesma poderá conduzir o indivíduo a ultrapassar a liberdade e a posição socioeconómica do outro. Neste ponto de vista, a ambição pode ser levada ao extremo a tal ponto que o indivíduo não olha a meios para atingir fins. Não será despropositado referir que “o senso comum afirma a ambição como algo que cega as pessoas”.
Dependendo dos pontos de vista de cada um, o indivíduo poderá enaltecer o papel do perfeccionismo como um traço de carácter que o leva ao rigor absorto, recorrendo sempre a métodos de análise em conformidade com o possível alcance de uma imagem perfeita de si próprio perante os demais. Por outro lado, o perfeccionismo poderá levar-nos à exaustão, à exclusão social, resultando num egocentrismo atroz que se coaduna como um defeito que conduz o indivíduo ao extremo da perfeição, da excelência e da mestria, tomando por si só um estilo autoritário e agressivo. Conclui-se então, que “os defeitos também são qualidades” não descurando a ideia de que todos os nossos defeitos se podem tornar qualidades, basta pensarmos que tanto umas como outras são características da nossa personalidade.
Os defeitos podem ajudar-nos a conhecermo-nos melhor e a reconhecer os nossos erros com maior eficácia, tendo em conta que nos podemos tornar melhores pessoas em todos os âmbitos.
Reconhecer os nossos defeitos pressupõe uma qualidade patente no nosso ser, de tal forma que nos ajuda a solucionar os problemas subsequentes desses defeitos. Socialmente torna-se mais fácil reconhecer os nossos defeitos e qualidades por comparação com os outros seres humanos, e por intermédio das diferentes relações e papéis sociais possibilita-se o aperfeiçoamento das nossas qualidades e defeitos.
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PTT - Influência Social e Saúde (Bem-estar Académico)
De que forma o convívio académico muda as atitudes e coloca em risco o estilo de vida saudável do estudante?
O jovem adulto encontra-se numa fase de transição que o induz à construção de uma identidade mediante um processo de formação profissional, por via de uma conquista da autonomia, estando implícita a frequência de um curso académico, com vista a exercer uma profissão, não descurando a independência económica que se conjuga com a procura de um relacionamento estável.
Perante esta construção de identidade, a maior parte dos jovens adultos reúnem condições e predispõem-se à união da sua identidade com a de outras pessoas. Aqui está implícita a convivência académica, onde as atitudes perante o outro se tornam fulcrais para o estabelecimento de amizades que muitas vezes influenciam o indivíduo a tomar uma determinada progressão académica seja, ou não, contraditória em relação ao desenvolvimento psicossocial do indivíduo.
Assim, os jovens adultos procuram relacionamentos de parceria, disponibilizando-se para cumprir os seus objectivos, ainda que para isso necessitem de fazer algum sacrifício.
A educação pelos pares conduz uma minoria de representativos de um grupo, a tentar informar e influenciar a maioria. Digamos que, na intitulada educação pelos pares poderá ser dado aos mesmos jovens educadores o papel de “agente de mudança”.
Nesta medida, os jovens são formados em temas de saúde e, ao implementarem diferentes actividades e discussões, geram intrinsecamente mudanças nos conhecimentos, atitudes, normas, crenças, e comportamentos dos seus pares. Segundo os parâmetros saudáveis patentes na nossa sociedade, a qualidade de vida e o bem-estar do estudante depende não só das características pessoais do próprio, das competências adquiridas no seio familiar, da escola ou da sociedade em que vive, mas também do contexto académico em que se encontra inserido.
Conclui-se, então que, o convívio académico pode colocar em risco o estilo de vida saudável do estudante, pois se o individuo pode alterar o seu ponto de vista e a sua cognição pessoal sobre o mundo das drogas com respeito ao papel social de influência desempenhado pelos demais estudantes, é lógico que poderá mudar as atitudes face a este flagelo social, tomando a opção de se tornar ou não toxicodependente.
Será relutante exacerbar o autoritarismo patente em alguns estilos de comunicação que levam à mudança de atitudes do grupo. O estilo de comunicação que exerce mais influência no modo como as relações se estabelecem em termos de subjugação de papéis alia-se ao estilo agressivo e estilo manipulador.
aluna nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
O jovem adulto encontra-se numa fase de transição que o induz à construção de uma identidade mediante um processo de formação profissional, por via de uma conquista da autonomia, estando implícita a frequência de um curso académico, com vista a exercer uma profissão, não descurando a independência económica que se conjuga com a procura de um relacionamento estável.
Perante esta construção de identidade, a maior parte dos jovens adultos reúnem condições e predispõem-se à união da sua identidade com a de outras pessoas. Aqui está implícita a convivência académica, onde as atitudes perante o outro se tornam fulcrais para o estabelecimento de amizades que muitas vezes influenciam o indivíduo a tomar uma determinada progressão académica seja, ou não, contraditória em relação ao desenvolvimento psicossocial do indivíduo.
Assim, os jovens adultos procuram relacionamentos de parceria, disponibilizando-se para cumprir os seus objectivos, ainda que para isso necessitem de fazer algum sacrifício.
A educação pelos pares conduz uma minoria de representativos de um grupo, a tentar informar e influenciar a maioria. Digamos que, na intitulada educação pelos pares poderá ser dado aos mesmos jovens educadores o papel de “agente de mudança”.
Nesta medida, os jovens são formados em temas de saúde e, ao implementarem diferentes actividades e discussões, geram intrinsecamente mudanças nos conhecimentos, atitudes, normas, crenças, e comportamentos dos seus pares. Segundo os parâmetros saudáveis patentes na nossa sociedade, a qualidade de vida e o bem-estar do estudante depende não só das características pessoais do próprio, das competências adquiridas no seio familiar, da escola ou da sociedade em que vive, mas também do contexto académico em que se encontra inserido.
Conclui-se, então que, o convívio académico pode colocar em risco o estilo de vida saudável do estudante, pois se o individuo pode alterar o seu ponto de vista e a sua cognição pessoal sobre o mundo das drogas com respeito ao papel social de influência desempenhado pelos demais estudantes, é lógico que poderá mudar as atitudes face a este flagelo social, tomando a opção de se tornar ou não toxicodependente.
Será relutante exacerbar o autoritarismo patente em alguns estilos de comunicação que levam à mudança de atitudes do grupo. O estilo de comunicação que exerce mais influência no modo como as relações se estabelecem em termos de subjugação de papéis alia-se ao estilo agressivo e estilo manipulador.
aluna nº 23192 - Zara Vilhena Mesquita
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
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