"Ser alegre é ser forte; a força é uma alavanca,
Só é forte quem tem a consciência branca."
Guerra Junqueiro
p.s. Eu tenho a consciência branca e tu?
segunda-feira, 15 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Yann Tiersen - From prison to hospital
O teu destino está traçado...pára com os comentários anónimos...Ambos somos livres...Deixa-me em paz...não me ataques mais...
terça-feira, 9 de março de 2010
O Adeus
"É difícil dizer adeus quando se quer ficar, é difícil sorrir quando se quer chorar, mas difícil é ter que esquecer quando se ama alguém!"
Fórmula: Para esquecer alguém torne-se indiferente...o amor e o ódio tocam-se no mesmo fio condutor...Depois do amor, surge o repúdio e logo a seguir a indiferença. Há feridas que não saram. Há palavras proferidas que jamais se perdoam. Há facadas que sagram uma vida inteira. A confiança perdeu-se e não voltará a coabitar-nos.
As palavras escondidas nos percursos dos últimos posts revelam muito do que és. A incoerência de sentimentos existe quando os seres humanos insistem em viver na instabilidade...Não nos podemos esquecer que quem amou....um dia terá de ser enterrado sem hipótese de renascimento.
Fórmula: Para esquecer alguém torne-se indiferente...o amor e o ódio tocam-se no mesmo fio condutor...Depois do amor, surge o repúdio e logo a seguir a indiferença. Há feridas que não saram. Há palavras proferidas que jamais se perdoam. Há facadas que sagram uma vida inteira. A confiança perdeu-se e não voltará a coabitar-nos.
As palavras escondidas nos percursos dos últimos posts revelam muito do que és. A incoerência de sentimentos existe quando os seres humanos insistem em viver na instabilidade...Não nos podemos esquecer que quem amou....um dia terá de ser enterrado sem hipótese de renascimento.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
"As coisas piores"
"Não sabia que a dor contém estranhos labirintos
que ainda não acabara de percorrer"
Até logo, tristeza,
Assumpta Roura
que ainda não acabara de percorrer"
Até logo, tristeza,
Assumpta Roura
"Amanhã? Onde está o Amanhã?"
"Cada homem é obrigado,
no decurso da sua breve vida,
a escolher entre a esperança infatigável
e a prudente falta de esperança,
entre as delicias do caos
e as da estabilidade."
Até logo, tristeza - Assumpta Roura
no decurso da sua breve vida,
a escolher entre a esperança infatigável
e a prudente falta de esperança,
entre as delicias do caos
e as da estabilidade."
Até logo, tristeza - Assumpta Roura
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Lenda de S. Valentim
As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados terá vivido no século III, em Roma, tendo falecido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte no entanto, não conseguiu cativar muitos romanos a alestiram-se e acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. Por conseguinte, a solução que encontrou foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão, Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro um festival, os Lupercalia. O dia 15 de Fevereiro, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o inicio da Primavera. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação a S. Valentim, mas deve-se ao facto de assinalar o princípio da época de acasalamento das aves.
Com o decorrer do tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializados no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em muitos países do mundo como pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados terá vivido no século III, em Roma, tendo falecido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte no entanto, não conseguiu cativar muitos romanos a alestiram-se e acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. Por conseguinte, a solução que encontrou foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão, Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro um festival, os Lupercalia. O dia 15 de Fevereiro, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o inicio da Primavera. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação a S. Valentim, mas deve-se ao facto de assinalar o princípio da época de acasalamento das aves.
Com o decorrer do tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializados no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em muitos países do mundo como pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Fragmento
Quando estamos sozinhos é impossivel brilharmos....
Quando fomos dilacerados jamais iremos chegar ao brilho de um lado solar ou lunar.
Um dia magoam-nos profundamente e nós deixamos de acreditar nos sentimentos puros, tornamo-nos frios e solitários...
Os corações puros perderam-se no tempo.
Os corações puros foram destruídos por uma qualquer vida amargurada.
A vida não é justa...
Quando fomos dilacerados jamais iremos chegar ao brilho de um lado solar ou lunar.
Um dia magoam-nos profundamente e nós deixamos de acreditar nos sentimentos puros, tornamo-nos frios e solitários...
Os corações puros perderam-se no tempo.
Os corações puros foram destruídos por uma qualquer vida amargurada.
A vida não é justa...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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