sábado, 20 de novembro de 2010
Campos multicolores
Uma vida surrealista...uma vida de memórias....campos multicolores, tresmalhados pelas sensibilidades de cada ser humano que circunda em meu redor. Hoje, diante do espelho imagino-me num novo espaço tridimensional, onde de soslaio te construo e te irrequeço de paradigmas sobreviventes. Longe do meu "eu" conheço o mundo que foi teu. Respiro fora de mim, e vejo-te transfigurar numa mente reconhecivel, singela, envolvente e extasiante. Pintalguei os teus aconchegos do meu perfume fugidio....que um dia será apenas nosso. Vidas surrealistas, tresmalhadas pelo meu sentido de ser "gente", "gente diferente", "gente rara"....aqui neste meu espaço onde tudo é raro e único desenho a metamorfose de uma noz que não será mais do que um pronome pessoal (nós). Queria conhecer um pouco mais de ti e de mim...conhecer os caminhos que percorro e embeber este desenho que traça um rasgo no céu multicolor...com cheiro a futuro
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Memórias apaixonadas
Sentada num sitio bem distante da minha vida, bem distante de mim....vejo memórias....memórias longas, duras, passageiras, cruéis, vigorosas, bonitas, tristes, felizes...diria talvez memórias repletas de miscelânias multicolores - amalgamas de sentimentos...ainda que depositadas sobre um pano cinzento e obscuro...Em frente de ti, em frente de mim...desenhei um rodopio de miragens, um rodopio de sonhos outrora amachucados, esclerosados...no fim do caminho recuei, recuei muito e quis ter outra vez os mesmos anos de vida daquele primeiro dia da minha nova vida...dia que data de 24 de Dezembro de 2003...é verdade já se passaram 7 anos da minha existência....7 anos de paixões avassaladoras que nunca passaram disso mesmo....nasceram e morreram num curto espaço de tempo...nada que se tenha concretizado em amor duradoiro....foram apenas paixões absorvidas por tamanhas desilusões e constrangimentos que me fizeram crescer e compreender a importância da minha liberdade. Aqui, agora, conscienlizo-me de mim própria....do meu ser apaixonado que por ser indefeso demais se deixou inebriar por perfumes amargos que jamais se tornaram doces...no recanto mais obscuro de mim própria traço o meu caminho de liberdade....onde nada é tão mais puro do que a minha pureza de querer ser gente livre de prisões e de arredondamentos de personalidades dúbias às quais nunca me encaixei....Aqui, sinto-me bem mais segura no meu recanto, envolvida em palavras minhas, memórias, histórias alheias e aprendizagens tresmalhadas entre a psicologia, a sociologia, a filosofia.....hoje, percebo que um dos meus principais papéis é pensar com alma e reflectir sobre a vida...só e apenas isso
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Liberdade sem Regresso
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Parada na Imensidão do Azul
Queria dizer-te que sonhei demais...e então parei....parei na imensidão do azul do mar...olhei em frente, suspirei, reflecti e...de súbito voltei a parar....mas, incrivelmente percebi que ninguém me autorizou a parar e, por isso, percebi que teria de recomeçar no mesmo caminho ou talvez num caminho paralelo ao que havia deixado lá atrás...Aqui, no cantinho mais inofensivo do meu ser, respiro...respiro...inspiro...expiro....e solto as leves brisas que tens depositado em mim. Peguei num lápis sem côr, olhei firmemente para a sua extremidade e percebi que não o devia usar...não o devia o usar simplesmente porque tem falta de côr. E, nada nesta vida, é mais belo do que a côr. Hoje, aqui neste cantinho, questiono-me sobre a côr....a côr dos meus olhos, dos teus olhos....a côr da minha vida e da tua...será que é assim dificil para um jovem desenhar uma vida multicolor?! talvez não seja assim tão dificl...talvez baste uma palavra para que a côr nasça na alma....o AMOR...Se ama alguém, não se esqueça de cuidar de quem ama....não deixe de iluminar a alma que a acompanha, não deixe de a encher de mimos e sobretudo não se esqueça de plantar as sementes da amizade e do amor em terra firme.
sábado, 17 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Noite escura
Uma noite escura e estrelada, submersa nos nossos sentimentos.....um olhar ténue, e um mundo cheio de cheiros, sabores e luzes multicolores....nada mais fascinante do que sentir a tua pele estremecer com apenas um simples murmurar da palavra mágica...Magia é aquilo que nos envolve e nos faz transpirar de felicidade em cada gesto trocado...não saberia dizer o que sinto se não existissem apenas e apenas só os nossos sussuros extasiantes a cada beijo trocado, a cada olhar....
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Moldes sem mudanças
Acordei de um pesadelo....aqui neste cantinho, junto a ti...sinto-me mais segura, estável e sem sobressaltos...respiro o mesmo ar que tu e simplesmente em nós reside a paz. Conheço os teus dedos duros e fortes da vida que construiste. Fecho os olhos, e nada mais quero ouvir. Sei que não podemos ser nada mais do que nós mesmos. Moldes talvez seja aquilo que ainda conseguimos aperfeiçoar. Com os moldes, podemos alicerçar planetas, sentimentos, sonhos, fantasias e realçar defeitos e virtudes. Nada mais fácil do que nos moldarmos, sem mudarmos o nosso "eu".
segunda-feira, 7 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Vambora - Adriana Calconhoto
A amizade não tem preço....por isso esta música é dedicada a alguém muito especial. Feliz Aniversário, amiga :)
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Sensibilidade: Eles versus Elas
A sensibilidade impera em qualquer ser humano, seja masculino ou feminino...no entanto, teremos de analisar todos os meios sociais, culturais, familiares, inter-relacionais em que o individuo se desenvolve para considerarmos em que termos existe sensibilidade no seu "eu". Ás vezes, o que é visto como sensibilidade de uns, não é visto como sensibilidade de outros. Naturalmente, existem individuos mais afáveis e mais amáveis que outros. E, em consonância com os papéis desempenhados por cada um de nós na sociedade, assim, se predispõe a nossa sensibilidade. Por vezes, a nossa sensibilidade também advém dos valores que nos são transmitidos ou da forma como assimilamos os valores morais que nos são inculcados pelas instituições: "familia, escola, pares, etc..".
Intrinsecamente, à primeira vista, a mulher parece ser a mais sensivel, por ter traços figurativos de mãe, esposa leal que "cuida" da casa e da familia. No entanto, a mulher pelos papéis que já vai desempenhando na sociedade e no vasto mercado de trabalho, vai tornando-se fria e mais independente (menos sensivel ao que a rodeia).
Por vezes, situações de desemprego ou de emprego onde imperam posições de chefia, torna o homem ou a mulher um ser mais insensivel a tudo, incluindo nas relações amorosas. A distância afectiva que a nossa sociedade (por vezes desleal) impõe torna-nos individuos (homens e mulheres) mais independentes e menos dedicados ao outro (por si só, menos sensiveis).
Não podemos ainda esquecer, que a sensibilidade de uns pode não ser a sensibilidade de outros. A sensibilidade pode predispôr-se como um paradigma, sendo que a mesma se afigura como um padrão absorto em sentimento (e como todos os "tipos" de sentimento não se podem padronizar nem medir, apenas podem ser observados, estimulados e/ou apreendidos).
Acredito que, todos os seres humanos podem tornar-se sensiveis e moldar-se à medida das suas próprias necessidades, mesmo no que diz respeito às relações afectivas (amorosas, por exemplo).
Regra base, não existem homens mais sensiveis que mulheres ou o contrário. Simplesmente, homens e mulheres apresentam diferentes formas de exprimir a sua sensibilidade, de acordo, com as suas experiências vivenciadas.
Intrinsecamente, à primeira vista, a mulher parece ser a mais sensivel, por ter traços figurativos de mãe, esposa leal que "cuida" da casa e da familia. No entanto, a mulher pelos papéis que já vai desempenhando na sociedade e no vasto mercado de trabalho, vai tornando-se fria e mais independente (menos sensivel ao que a rodeia).
Por vezes, situações de desemprego ou de emprego onde imperam posições de chefia, torna o homem ou a mulher um ser mais insensivel a tudo, incluindo nas relações amorosas. A distância afectiva que a nossa sociedade (por vezes desleal) impõe torna-nos individuos (homens e mulheres) mais independentes e menos dedicados ao outro (por si só, menos sensiveis).
Não podemos ainda esquecer, que a sensibilidade de uns pode não ser a sensibilidade de outros. A sensibilidade pode predispôr-se como um paradigma, sendo que a mesma se afigura como um padrão absorto em sentimento (e como todos os "tipos" de sentimento não se podem padronizar nem medir, apenas podem ser observados, estimulados e/ou apreendidos).
Acredito que, todos os seres humanos podem tornar-se sensiveis e moldar-se à medida das suas próprias necessidades, mesmo no que diz respeito às relações afectivas (amorosas, por exemplo).
Regra base, não existem homens mais sensiveis que mulheres ou o contrário. Simplesmente, homens e mulheres apresentam diferentes formas de exprimir a sua sensibilidade, de acordo, com as suas experiências vivenciadas.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Imperfeição da Perfeição
A manhã de Inverno que caiu um dia sobre nós ainda não brilhou....simplesmente porque esse tempo ainda não chegou...hoje tenho saudades do frio....saudades de um tempo que um dia irá aninhar-se a mim como uma pluma que cai sobre um canto da tua alma. Cada um de nós tem o seu canto e o seu encanto...basta saber conjugar todos os verbos que a vida nos ensinou..Há quem viva eternamente na ignorância e não saiba uma só palavra...talvez apenas pense que um dia a conheceu....nada no ser humano é verdadeiramente perfeito....só e apenas só a imperfeição tem brio e sabor para ascender por entre os buracos mais profundos que a sociedade em dado momento cimentou no corpo e na alma de um qualquer ser humano....
Hoje, numa ténue nota de música pensei em ti e sonhei, sonhei e sonhei...rodopiei e vibrei por saber que estás vivo não só nas minhas memórias mais recentes como no presente...Traduzindo um sentimento numa frase descubro....que nos corações puros, os sentimentos não podem ser descitos em palavras, mas apenas em gestos univocos e sinceros.
Quase perfeito não existe...a perfeição não existe e a imperfeição sim, tem uma beleza trandisciplinar e coesa num só tempo e num só mundo....o meu, o teu, o nosso e o vosso.
Aqui prometo-te um presente.....amanhã mostro-te um "eu" maior com garra de ascender a novos rios e a novas visões com beiras seguras.....
Nada é Tudo e Tudo é Nada....
Viver sem Perfeição será a pureza dos meus caminhos......
Não seja Perfeito....Seja absurdamente Imperfeito....e nesse momento será feliz....
Hoje, numa ténue nota de música pensei em ti e sonhei, sonhei e sonhei...rodopiei e vibrei por saber que estás vivo não só nas minhas memórias mais recentes como no presente...Traduzindo um sentimento numa frase descubro....que nos corações puros, os sentimentos não podem ser descitos em palavras, mas apenas em gestos univocos e sinceros.
Quase perfeito não existe...a perfeição não existe e a imperfeição sim, tem uma beleza trandisciplinar e coesa num só tempo e num só mundo....o meu, o teu, o nosso e o vosso.
Aqui prometo-te um presente.....amanhã mostro-te um "eu" maior com garra de ascender a novos rios e a novas visões com beiras seguras.....
Nada é Tudo e Tudo é Nada....
Viver sem Perfeição será a pureza dos meus caminhos......
Não seja Perfeito....Seja absurdamente Imperfeito....e nesse momento será feliz....
sábado, 29 de maio de 2010
Amanhecer na maresia
Um ar quente pela manhã...um cheiro a maresia e um sorriso tremido nos lábios que outrora pareciam calados e mudos, regelados pelo medo de voar...
Aqui...neste meu ser luminoso apenas repousam os sonhos, os abraços, os beijos e as flores que um dia ousamos plantar em nós....
Redecorei o rosto, a pele e em mim nasceu um novo brilho no olhar naquele momento ténue onde surgiu a esperança de viver na serenidade virtual....Serenidade virtual que um dia te quis transmitir com o intuito de apenas te fazer chegar ao cume da felicidade extasiante. No meio da serenidade virtual, percebi que apenas bastava ser eu e nada mais...para que a felicidade se tornasse a mais simples possivel.
Num ser confiante, singelo, transparente me deixei elevar até ao reino dos céus que outrora se vislumbra como impuro e insignificante.
No rodopio das aves que pairavam no meu ser divinal, construi um caminho multicolor, absorto em sentimentos, múrmurios e chamamentos coerentes....do rio das trevas passei para o reino paradisiaco onde tudo é mais seguro e menos paradoxal.
Aconchegada a mim, deixo-me estar....esperando por ti...
Aqui...neste meu ser luminoso apenas repousam os sonhos, os abraços, os beijos e as flores que um dia ousamos plantar em nós....
Redecorei o rosto, a pele e em mim nasceu um novo brilho no olhar naquele momento ténue onde surgiu a esperança de viver na serenidade virtual....Serenidade virtual que um dia te quis transmitir com o intuito de apenas te fazer chegar ao cume da felicidade extasiante. No meio da serenidade virtual, percebi que apenas bastava ser eu e nada mais...para que a felicidade se tornasse a mais simples possivel.
Num ser confiante, singelo, transparente me deixei elevar até ao reino dos céus que outrora se vislumbra como impuro e insignificante.
No rodopio das aves que pairavam no meu ser divinal, construi um caminho multicolor, absorto em sentimentos, múrmurios e chamamentos coerentes....do rio das trevas passei para o reino paradisiaco onde tudo é mais seguro e menos paradoxal.
Aconchegada a mim, deixo-me estar....esperando por ti...
terça-feira, 18 de maio de 2010
O pano de Seda
Ao longe vi um pano de seda....frágil, sujo, pequenino demais...diria talvez indefeso que circundava num espaço demasiado árduo e absorvente para se definir como aconchegante e singelo. Fechando os olhos reconheço que aquele pano de seda que outrora foi multicolor e cheio de força, neste momento é nada mais nada menos que apenas um farrapo que um dia sonhou demais à procura de uma vitória que nunca soube qual seria. Olhando o mar, recordo como falhei por não te ter dito o quão era importante veres-te como gente grande. Esqueci-me de te pedir que cuidasses de ti....falhei e todos nós falhámos. Afinal, somos todos seres humanos com alma e coração. A vida é tão pequenina....então porque facilitamos? Talvez porque somos todos seres humanos que não olham para a vida com a lucidez necessária. Hoje, sentei-me num novo espaço e apercebi-me de como não dei importância às pequenas coisas. Deixei a vida escapulir-se por entre as nuvens da minha alma e não quis amar o Sol.
Talvez, agora esteja a crescer de uma forma diferente, para uma nova dimensão, para um novo mundo...onde tudo tem de ter sabor, calor, amor, respeito e sobretudo o verbo ou verbos "Cuidar" e "Gostar". No entanto, estes simples verbos teriam de ser acompanhados do Cuide de Si e do Gosto de Si. Porque na época do "aqui e do agora" em que tudo é tão passageiro e incoerente mas consequente há que pensar em nós mesmos. Sei que falhei muitas vezes quando olhei demais para os outros. Aqui, em frente ao mar sei que chegou o momento de me ver e de olhar por mim....porque a vida é uma leve pluma que um dia voa, voa, voa e não volta.
Não olhe demais para os outros, olhe para si e cuide-se todos os dias.
Talvez, agora esteja a crescer de uma forma diferente, para uma nova dimensão, para um novo mundo...onde tudo tem de ter sabor, calor, amor, respeito e sobretudo o verbo ou verbos "Cuidar" e "Gostar". No entanto, estes simples verbos teriam de ser acompanhados do Cuide de Si e do Gosto de Si. Porque na época do "aqui e do agora" em que tudo é tão passageiro e incoerente mas consequente há que pensar em nós mesmos. Sei que falhei muitas vezes quando olhei demais para os outros. Aqui, em frente ao mar sei que chegou o momento de me ver e de olhar por mim....porque a vida é uma leve pluma que um dia voa, voa, voa e não volta.
Não olhe demais para os outros, olhe para si e cuide-se todos os dias.
terça-feira, 4 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Solidão !?
Será que vivemos mesmo na Era da Solidão? Então e se a vida fosse um paraiso multicolor por sentirmos em nós o frio da Solidão...talvez se caminharmos de encontro à luminosidade da Alma iremos atingir um rodopio de sentimentos atormentados por vidas que outrora conheceram o calor do Inferno e hoje permanecem aninhadas à leve brisa do Paraiso...
Solidão é uma palavras apenas....o ser humano nunca está sozinho....porque nós somos seres sociais que pairamos por vários caminhos em constante comunicação com o mundo do aqui e do agora .....ou talvez do amanhã.
Está só? sinta-se feliz...porque existe sempre alguém que pensa em si....nem que seja por um segundo apenas...
segunda-feira, 26 de abril de 2010
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